O agronegócio e o Brasil

Hoje foi dia de visitarmos a Agrishow.

Os adjetivos deixaremos para a grande imprensa, que vende um monte de imagem e nada de informação útil e relevante. Por isso, aqui vamos falar do resultado da nossa visita.

O que esta  feira mostra de verdade é o seguinte:
1) O agronegócio é muito maior do que a sociedade pensa que ele é  (quando se faz ideia, pois muitos só conhecem os produtos mas não tem a menor noção do tamanho da cadeia que atua para que eles cheguem até as prateleiras ou pratos). Este mercado além de ser grande, é vital para um país como o nosso, só com ele (desde que bem tratado) conseguiremos ter uma sociedade mais equilibrada.

2) A dinâmica do campo é a mesma da sociedade urbana em qualquer aspecto (tecnologia, concorrência, educação, qualificação, produtividade, resultado, remuneração, etc.)

2) Agricultura familiar também é agronegócio e movimenta, com seus milhares de agentes, tanta coisa grande quanto os “latifúndios”.

3) O que chamam de latifúndio na verdade são grandes propriedades que produzem produtos vitais para nós que precisamos de certos alimentos (ou energia, ou matérias primas) em volume e quantidade considerável. Isso não quer dizer que é o fim das pequenas propriedades, pois a realidade do campo é a mesma da cidade, tem espaço para todo mundo. Vejam estes exemplos: nas cidades temos os shopping centers x comércios de bairro ou as montadoras de carro x oficinas e as funilarias de bairro, já no campo temos os grandes produtores de grãos x pequenos produtores de hortaliças ou os grandes criadores de gado x os pequenos criadores de aves).

4) O governo mais atrapalha do que ajuda. Se a indústria brasileira está com problemas, os serviços estão com problemas, imaginem o agronegócio então. Só que o agronegócio influi em todos os outros setores, então está na hora do governo tomar uma providência, seja ela até a de não fazer nada (assim ao menos não atrapalha o que o setor faz). Ah, e parem de usar feiras como essa como palanque eleitoral, é de uma hipocrisia sem tamanho.

5) Enquanto a sociedade urbana não entender e valorizar o campo a sua volta, o que teremos será um país capenga. Sim, capenga, pois a desvalorização e a falta de um política correta para o campo empurrou e empurra muita gente para as cidades  e suas periferias ( “proprietários de terras” e trabalhadores) e o que temos por consequência é miséria, violência, dentre outros tantos problemas que vemos todos os dias.

É por conta de todas estas (e muitas outras) questões que hoje o Grupo Produção Coletiva tem atuado com mais intensidade no agronegócio. Nunca foi nosso foco ‘viver’ de um único mercado porém, cientes das questões acima, sabemos que se não ajudarmos o campo a ser visto e respeitado o futuro não nos reservará nada melhor.

Degrau por degrau

Após o sucesso do primeiro evento, realizado em março, o PRO-FISSA (AGRO) já tem confirmada a data da segunda edição.

Desta vez serão 3 finais de semana (23, 24 e 29, 30, 31 de maio e 5, 6, 7 de junho) para que o aproveitamento do conteúdo, os estudos de caso e as atividades práticas possam ser melhor absorvidas pelos participantes e, a exemplo do primeiro, este segundo encontro também será realizado na UCDB – Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande-MS.

Eugênio do Val em sua apresentação no 1º Pro-fissa.
Eugênio do Val em sua apresentação no 1º Pro-fissa.

Para o diretor do Pro-Fissa, Régis Borges, a proposta nesse momento é facilitar e ampliar o acesso ao programa QPE – Qualificação Profissional Estratégica através de novas turmas e atendimento a outros setores da economia por isso, nesta segunda edição, Eugênio do Val, diretor do Grupo Produção Coletiva Comunicação e Eventos e membro do Instituto do Marketing Industrial, além de facilitador, está assumindo também como consultor do projeto com o objetivo de contribuir com a sua estruturação a médio e longo prazo, uma vez que já existe uma manifestação de profissionais e empresários de outros estados e segmentos de mercado interessados em receber o Pro-fissa.

Inscrições e mais informações podem ser conferidas no site: http://www.pro-fissa.com

Pro-Fissa: muito mais do que um curso!

Na semana que passou tive a oportunidade de estar junto com o pessoal do Pro-Fissa (Agro) e o que era um convite para uma aula acabou virando uma experiência incrível de 6 dias.

 

Admirado, surpreso e feliz. É o que resumidamente posso falar dessa experiência.

 

Tudo começou pelo idealizador, Regis Pereira Borges, um empreendedor de mão cheia, batalhador, visionário e realizador que durante os últimos meses trabalhou para formatar um produto que até então eu não havia visto no mercado. Mas o show não foi só dele, todos os facilitadores arrebentaram com o alto nível de suas apresentações e interações e os participantes desta primeira edição surpreenderam pela vontade, entrega e determinação. Outro ponto que fez a diferença foi a participação dos parceiros de valor que vieram para apresentar suas respectivas realidades enquanto empresas do mercado agro.

 

O motivo deste relato não é para propagandear um curso, mas para registrar o que se passou dentro da UCDB – Universidade Católica Dom Bosco; o Pro-Fissa foi uma verdadeira mudança de paradigma no que tange o mercado de cursos de extensão universitária.

 

O Pro-Fissa, que eu já acreditava que seria um sucesso, superou as expectativas primeiro por trazer um intensivo do que é o mercado de trabalho, ou seja, ele apresentou para os participantes como está constituído o mercado agro, o que as empresas esperam dos futuros e atuais profissionais, como estes futuros e atuais profissionais devem se preparar e qual o ferramental necessário para fazerem a diferença no dia a dia, enquanto colaboradores de uma determinada empresa.

 

Outro ponto que foi um divisor de águas é que todos tiveram que “por a mão na massa”, um mix interessante de teoria e prática que culminou em dois estudos de caso e na realização de um churrasco que foi planejado e desenvolvido a partir do conteúdo apresentado pelos facilitadores e que fez com que os participantes trabalhassem como se estivessem vivendo um ambiente de trabalho real.

 

Mas a nota mais valiosa deste relato e que diz o que foi o Pro-Fissa é a informação que recebi na manhã desta segunda: um dos alunos desta primeira edição foi chamado por um dos parceiros de valor para integrar o seu time de colaboradores.

 

Que venham as próximas edições, o  mercado e os profissionais precisam de cursos assim.

Por Eugênio do Val, publicitário, empresário e sócio do Grupo Produção Coletiva

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Momentos da primeira edição do Pro-Fissa, da sala de aula na UCDB até o fechamento na H-Store.

Phibro no Circuito Expocorte

Nosso cliente Phibro Animal Health Corporation é um dos patrocinadores master do Circuito Expocorte que começou hoje em Cuiabá e percorrerá mais 4 importantes cidades ligadas a pecuária no ano de 2014.

Na foto o estande da Phibro com a identidade desenvolvida pela nossa equipe de criação que tem arrancado elogios daqueles que circulam pelo evento.

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Foto gentilmente cedida pelo Marketing da Phibro

PRO-FISSA: tudo pronto e promessa de fazer história

Com uma grande repercussão e inscrições esgotadas, o PRO-FISSA (Agro) terá início na próxima segunda-feira (17) e se estende até sábado (22), uma vez que foi aberto mais um dia para que os participantes possam ter o tempo adequado de absorção dos conteúdos que serão trabalhados em conjunto com os facilitadores. O campus da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) em Campo Grande-MS, já está pronto para receber o evento.mail

O curso apresentará propósitos que regem o mercado para melhorar cada vez mais a mão de obra. Eugênio do Val, confirmado como um dos palestrantes, fala de sua expectativa.

“O PRO-FISSA é fruto de uma atitude empreendedora de um profissional que respira valor desde que iniciou sua carreira (Régis Borges, idealizador do evento). Com esse contexto em conjunto ainda com a qualidade dos palestrantes e estrutura do local, não poderia esperar menos do que o sucesso, haja vista o número de inscritos e a fila de espera, que confirmam isso”, diz Eugênio.

Com um template de sala de aula diferente e atividades práticas, que priorizam a interatividade, o PRO-FISSA tem tudo para ser um marco na história do Agronegócio brasileiro.

 

“Um país sem mão de obra qualificada é um país sem competitividade”, afirma palestrante do PRO-FISSA

Confirmado como um dos palestrantes do PRO-FISSA (Agro), Eugênio do Val, diretor do Grupo Produção Coletiva Comunicação e Eventos e membro do Instituto do Marketing Industrial, terá a “missão” de fazer uma abordagem diferente daquilo que os participantes estão esperando do curso em si com o tema “Valor e marca: o caminho para o sucesso”.

eugenio_aAnsioso para o evento, Eugênio fala da expectativa e reforça a importância da mão de obra qualificada. “O PRO-FISSA é um projeto que se alinha com aquilo que nós acreditamos, ou seja, é um projeto muito bem pensado e planejado para qualificar de fato os novos profissionais, gerando valor para a sociedade, uma vez que um país sem mão de obra qualificada é um país sem competitividade”.

Marcado para o período de 17 a 21 de março no campus da UCDB em Campo Grande – MS, o PRO-FISSA (AGRO) terá ao todo sete palestrantes, que junto com os participantes, vão proporcionar uma jornada que promete ser um marco no Agronegócio e no mercado de aprimoramento profissional.

Pro-fissa e a mão de obra capacitada

Segundo pesquisa, Brasil é o segundo país que enfrenta mais dificuldades para encontrar mão de obra capacitada

Considerada como um dos principais problemas do setor produtivo brasileiro, a mão de obra teve sua importância destacada mais ainda pela Pesquisa Sobre Escassez de Talentos 2013, realizada pela empresa Manpower, focada em recursos humanos. Segundo a pesquisa, o Brasil, onde o agronegócio responde por 37% dos empregos, aparece em segundo lugar no ranking de países que enfrentam dificuldades para encontrar mão de obra capacitada, logo após o Japão. Em 2013, porcentagem de empreendedores que apontam o problema como um de seus principais atingiu o maior número desde 2007, chegando a 35% dos 40 mil empresários participantes em 2013.

 Para Régis Borges, idealizador do PRO-FISSA (Agro), a capacitação depende não somente de qualificação técnica, mas também de estratégia e inspiração.

“Diferentemente da qualificação técnica, a qualificação estratégica prepara os profissionais despertando neles comportamentos, habilidades e atitudes aliados às regras do jogo, ou seja, ao modo de operação do mercado e das empresas, preenchendo a lacuna entre formação técnica da academia e a aplicação desse conhecimento nas suas funções”, aponta Borges.

Pelo foco no desempenho profissional, o PRO-FISSA é aplicável a qualquer atividade ou função em uma organização: operações, negócios, técnica, suporte, entre outros.

O programa, em sua primeira edição, vai preparar profissionais para atender pequenas, médias e grandes empresas de setores diversos do agronegócio, como indústrias, lojas agropecuárias, consultorias e mesmo propriedades rurais.

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